Eu fiz os dois cantarem todas as musicas que eu conhecia em
inglês e agente ficou umas 3 horas cantando ate que eles começaram a falar algo
que eu não compreendia:
- ah sabe aquela lagoa lá perto da pista de skate? – começou Christian.
- ah sabe aquela lagoa lá perto da pista de skate? – começou Christian.
- a que a gente brincava
quando éramos crianças? – perguntou Chris.
- isso mesmo. A gente
podia levar a Carol lá. Você sabe o caminho? – perguntou o Christian se
interessando no lugar.
- hum... Deve ficar
depois da rua do restaurante. Não é muito longe, mas hoje esta frio e tarde. A
gente pode ir sábado que tal? – perguntou virando se pra mim.
- por mim tudo ok, mas
agora eu quero dormir. Eu não dormi na noite passada e estou exausta. – falei
bocejando.
Ele se olharam para decidir que me levava e pra onde levavam.
- tudo bem você dormir
sozinha? – perguntou Christian.
- o que! Não! Eu não
posso dormir sozinha! – gritei fazendo bico.
- ah, ok. Ela dorme aqui
e se você quiser pode ficar também. – disse o Christopher fazendo uma careta.
- “nem a pau!” eu vou
dormir na minha casa! Você que fique aqui com ela! – resmungou Christian saindo
correndo pela porta.
Eu fiquei meio sem graça e sentei no sofá e mudei de canal e
coloquei bob esponja, Christopher fez uma careta e eu comecei a rir, ele jogou
uma pipoca na minha cabeça e eu comecei a rir sem entender e perguntei me
lembrando da novela “cheias de charme”:
- por que fez isso
“curica”?
Ele não respondeu e me tacou a almofada, eu ri e joguei uma na
sua cabeça e ele protestou:
- essa doeu! Não vale!
Eu ri e peguei a almofada que tinha caído no chão e voltei a
assistir o bob esponja, quando ele se levantou e foi em direção a cozinha. Eu
pensei que ele fosse pegar algo, mas um cheiro ótimo de lasanha passou pela
sala e fui correndo pra cozinha.
Quando cheguei Christopher estava tirando uma lasanha enorme do
forno com três panelas ligadas, e eu abri um sorriso me encostando-me na
parede.
- que foi? – perguntou
vermelho de vergonha.
- eu nunca vi um homem
cozinhando. Que fofo! – falei fazendo o ficar roxo de vergonha. – esta com um cheiro delicioso.
Ele sorriu e pegou um garfo e pegou um pedaço de carne e colocou
na minha boca.
- hum... – falei
sorrindo.
Ele colocou uns copos encima da mesa, uns pratos, garfos, facas,
colheres e guardanapo.
- posso colocar pra você
ou prefere colocar sozinha? – perguntou me fazendo voltar ao mundo real.
- eu coloco. – falei indo
em direção aos pratos – me diz, por que o Christian não quis dormir aqui hoje?
Ele começou a rir e eu coloquei a comida confusa, quando ele
começou a me falar:
- bem... O Christian me
conhece desde pequeno e eu... Fiz... Bem você sabe o que, bem cedo, e todas as
namoradas dele ele mantêm bem longe de mim. Eu acho que ele ficou com medo de a
gente fazer e ou de vocês dois.
- não entendi. – falei me
sentando-me na mesa.
- ah! Carol, o que eu
quis dizer é que o Christian é virgem! Satisfeita?! – perguntou enfiando um
garfo cheio de lasanha na boca.
Eu fiquei boquiaberta e ele começou a rir de mim e eu xinguei:
- não tem graça!
- não tem graça!
- tem sim, olha sua cara!
– ele caiu no chão de tanto rir e eu peguei o prato e levei pra sala.
Eu comecei a comer meio sem graça e surpresa e ele veio chorando
de rir, mas parou no mesmo instante.
- me desculpe. Eu sou um
safado, egoísta, chato que só se preocupa comigo mesmo. Esta surpresa? –
tagarelou e eu fiquei enfurecida e comecei:
- estou! Puxa e eu que pensei que você era o anjinho e ele não. Agora eu vou dormir aqui e vamos fazer sabe se lá o que e amanha vou chegar ao Christian com a cara de sínica e fingir que nada aconteceu.
- estou! Puxa e eu que pensei que você era o anjinho e ele não. Agora eu vou dormir aqui e vamos fazer sabe se lá o que e amanha vou chegar ao Christian com a cara de sínica e fingir que nada aconteceu.
- não vai acontecer nada.
Eu sei que você o ama e esta namorando com ele. Nem se você me quisesse eu
faria algo, eu jamais trairia meu amigo e você também não. Vou arrumar a cama
do quarto de visitas. Eu vou dormir lá. – ele saiu serio e eu fiquei triste por
ter sido tão ignorante com ele.
Eu subi mesmo sem saber o caminha e escutei um barulho e o vi lá
arrumando uma cama gigantesca de casal.
- Christopher... – chamei
meio sem jeito.
- sim? – falou sorrindo.
- posso te perguntar uma
coisa. – falei entrando e me encostando-me na parede branca.
- “one thing?”! Claro, o que? -
perguntou se sentando na cama.
- se eu o escolhesse você
me odiaria? - perguntei indo em direção
a janela.
- não. A escolha seria
sua e eu iria respeitá-la. – falou indo a janela.
Eu fiquei calada e olhei pra fora, era uma vista linda, mas não
tinha casas nem luz era somente arvores e arvores. Era estranho uma cidade
grande ter uma “floresta” em volta. Eu fiquei admirando tanto a paisagem que o
Christopher começou:
- já fez sua escolha. Eu
sei. Eu devo ter algo errado pra você preferir “esse ai” a mim.
- Chris eu não fiz
escolha alguma. Eu só estou perguntando pra saber qual seria sua reação. Acredite,
você e nem o Christian me conhecem como acham que conhecem. Eu sou um monstro
por dentro e mesmo que eu tente esconder esse lado ruim sempre escapa de vez em
quando. – comecei a me lembrar do meu passado tenebroso e me encolhi na janela
enorme.
- bem... E você não
gostaria de me contar? Eu sei que aceitaria isso com muita tranqüilidade. –
perguntou se jogando na cama e colocando um travesseiro no colo.
- ta bom. – eu me sentei
na cama e encostei-me à cabeceira e comecei:
“na terceira serie eu fiz uma apresentação e dancei com um
menino e comecei a gostar dele, anos depois ele ainda estava na escola e se
mudou pra minha sala, eu fazia de tudo para ele prestar atenção em mim, eu
comecei a virar patricinha e piriguete, eu ficava chamando a atenção dele e
todas que chegavam perto dele eu dava um jeito de arrumar uma vingança e eu
brigava com todo mundo e não deixava ninguém chegar perto dele, eu comecei a
brigar com minhas amigas e falar mal delas, eu briguei com varias delas e
estava me transformando em um monstro obcecado por ele, mas aí ele se mudou de
escola um ano depois, eu mudei completamente e foi por revoltas que eu virei
gótica. Só que antes de ele se mudar para minha sala eu me cortava e tentava me
matar.”
- Uau! Então você mudou
muito! – comentou surpreso.
- Chris me conta de você,
o porquê você pediu pra me buscar pra ir à escola quando eu cheguei. – pedi
deitando encima da almofada.
- bem, pra ser sincero
quando eu vi seus olhos eu me apaixonei por você na mesma hora. – falou e eu
comecei a rir.
Eu fiz uma careta e fiquei deitada olhando pro rosto do Chris,
que era lindo, era não era do tipo fechado e pensativo como o Christian e sim
aberto, feliz e sorridente. Eu tenho a sensação de que o Christian esta sempre
mentindo ou me escondendo algo. Só que o Chris é diferente, é mais intenso,
mais verdadeiro. Eu me virei pro lado e ele passou a mão levemente em meu ombro
como se quisesse que eu virasse pra ele de volta.
- que foi? – sussurrei.
- Moments. – sussurrou me lembrando da musica do one direction.
Eu sorri e ele batucou com o anel o toque da musica e perguntou:
- se importa se eu dormir
aqui?
- não. – falei sorrindo –
só tenho que trocar de roupa e escovar os dentes.
Ele desceu e pegou meu pijama na bolsa e minha escova. Entregou
delicadamente e desceu em direção à cozinha. Eu troquei de roupa e fiquei me
olhando no espelho e escovando dente só pensando “será que eu deveria ter o
deixado dormir comigo mesmo.”, eu esperei ate ter ruídos de que ele tinha
voltado e levei um susto quando eu vi a menininha de novo.
- obrigado. – sussurrei.
- de nada Carol. – falou
com uma voz angelical e eu comecei:
- o que você é
exatamente?
- sua protetora e anjo. –
sussurrou olhando meu pijama. – vai dormir com ele assim?
- eu não sei. Preciso te
perguntar uma coisa! De quem eu gosto de verdade? – perguntei olhando pela
fresta da porta para ver se o Chris estava vindo.
- eu não tenho idéia!
Você confunde minha mente quando esta com os dois porque os seus sentimentos
são muito fortes. E você já sabe de quem gosta? – sussurrou.
- eu acho que eu só gosto
do Christian porque ele é gótico. Eu não me sinto segura com ele e eu tenho
medo de magoá-lo falando alguma coisa.
Com o Chris é diferente, me sinto segura, protegida e mesmo ele sendo um
bobão ele me faz muito feliz. – falei.
- então já sabe sua
decisão. Agora Carol eu tenho que ir. Christopher não pode me ver. Ate mais
minha amiga. – falou com uma voz infantil e sumiu.
Eu sai roxa de vergonha e o Chris chegou com dois copos gigantes
de suco e quatro sanduíches e colocou encima da cama.
- poxa vida! Meu deus
você come demais! – falei assustada.
- eu sei. Agora abra a
boquinha e eu vou colocar um sanduíche aí dentro. – falou pegando um.
- eu não vou deixar você
fazer isso! – protestei.
- ah vai! Só unzinho! –
pediu fazendo cara de cachorrinho abandonado e eu abri e ele começou “o avia
esta indo para o aeroporto. Senhores passageiros: dona mussarela e senhor
presunto, favor se acomodem que a gente já vai pousar.”
Eu comecei a mastigar e quase engasguei ele começou a rir e eu
fiquei com raiva e peguei o cobertor e deitei coma cara virada pro outro lado.
- posso lhe perguntar uma
coisa? – perguntou me virando pra ele.
- claro. – respondi
olhando pra baixo.
- você me ama? –
perguntou me deixando desconfiada que ele tivesse ouvido minha conversa.
- muito. – falei tentando
disfarçar a minha desconfiança.
- mais do que ele? –
insistiu.
Eu suspirei fundo e me sentei de novo.
- sim, mas eu tenho medo
de ter que falar com o Christian e magoá-lo. Eu gosto muito dele, mas eu te
amo. Eu entendi isso hoje quando eu estava tentado me decidir e vi a reposta na
minha cara. Eu sou a única companhia que o Christian tem e mesmo que a gente
termine, eu não vou conseguir deixá-lo e também não vou conseguir ficar perto
dele com o coração disparado e meu corpo implorando por ele sem ter que
beijá-lo. Eu estou em uma enrascada.
- então não precisa
contar a ele. – falou engolindo outro sanduíche.
- não posso. Se ele
descobrir por outra pessoa vai doer muito nele em mim, por ter o machucado. Eu
vou dizer, mas não posso fazer isso sozinha. – falei colocando o lanche no chão
– vamos dormir agora.
Ele deitou passando a mão pela minha cintura e eu fiquei bem
aquecida e confortável.
- obrigado. – sussurrei.
Ele sorriu e me beijou levemente, eu fechei os olhos e dormi.
Eu vi o Christian sentado encima do telhado com um casaco preto
olhando pro nada, eu saí andando e quando olhei deu rosto estava com uma
maquiagem preta borrada de lagrimas de sangue que desciam pelo seu rosto. Fiquei
assustada e recuei quando eu esbarrei em algo e olhei pra trás erro o pai dele
com uma faca na mão me perseguindo, eu pulei do telhado e caí encima de uma
cama gigante e quando olhei o Christian estava morto no chão e a anjinha chegou
perto de mim e sussurrou: “você o matou!”, eu comecei a chorar e vi o
Christopher com uma coroa dizendo varias vezes: - agora finalmente consegui o
que eu queria. Todos em volta estavam mortos e eu estava com uma faca na mão do
lado do Christopher com uma coroa e dando risadas perversas
“agora só falta uma.” Pensei, e me vi enfiando a faca na anjinha
rindo sem parar.
- ah! – gritei de medo e
quando vi eu ainda estava na cama. “foi só um pesadelo” pensei.
- Carol! São quatro da
manha, a gente ainda tem uma hora, e porque você esta gritando? – perguntou sem
abrir os olhos.
- e-eu tive um
p-pesadelo. – gaguejei me deitando de novo.
- me desculpe eu não
sabia. Vem cá! – ele me abraçou e se levantou e eu escutei um ruído.
- Carol? – falou uma voz
doce que eu já conhecia.
- anjinha! Que bom que
você esta aqui! – exclamei e abracei-a forte.
- vai me esmagar desse
jeito! E meu nome é Clarinha!– protestou.
- eu nem sabia que anjos
tinham nome. Posso te chamar de baby lux? – perguntei.
- baby lux?! Ta bom, mas
me diga, você teve algum pesadelo essa noite? – perguntou deitando-se em meu
colo feito um bebe.
- bem, baby lux. Sim eu
tive, mas não quero lembrar. – falei estremecendo.
- tudo bem Carolsinha. –
falou se acomodando em meu colo.
- porque não posso deixar
o Christopher te ver? – perguntei.
- se ele me ver e
acreditar na minha existência terei que proteger os dois. – falou espreguiçando
em meu colo.
Eu ri dela e ela saiu correndo e o Chris chegou com uma bandeja
de café da manha e colocou no meu colo.
- pra mim? – perguntei
impressionada.
Ele fez que sim com a cabeça e desceu de novo. Eu comi e desci
para buscar minha mochila e ele estava arrumando a cozinha.
Eu peguei a mochila e tirei minha escova de dente e a toalha,
quando eu ia pegar o meu vestido o Chris chegou com uma sacola na mão e me
entregou.
Eu abri era um vestido roxo e um sapato:


- eu sei que não faz
muito seu estilo, mas você vai ficar linda com eles. – falou um pouco sem
graça.
- você esta brincando?! É
lindo! Obrigado. – falei dando um giro com o vestido – agora eu tenho que me
arrumar.
Eu subi correndo e coloquei o vestido em um cabide e pendurei
encima do Box, e coloquei o sapato encima do tapete.
“obrigado.” Repetia em minha mente. Eu pensei em tudo desde que
cheguei à cidade: meus amigos e amigas, o Chris, o Christian, o Matt que era
super legal comigo, as aulas que eu tinha perdido eu lavei o cabelo e comecei a
me enxugar e vesti o vestido que ele tinha me dado e o sapato, eu achei um
pouco diferente do que eu usava, mas estava tão puro... Tão normal... Tão eu.
Eu fiquei me olhando e nem passei maquiagem. Saí com o cabelo solto cacheado e
o Chris me olhou dos pés a cabeça.
- esta linda. – comentou.
Eu o abracei e ele abriu um sorriso e me entregou minha mochila:
- temos aula lembra. –
falou indo em direção a porta.
Eu saí e o Christian estava parado em frente a casa discutindo
com uma moça mais ou menos de uns 15 anos eu fiquei escondida atrás do carro do
Chris escutando:
“a gente terminou há um mês!” – começou Christian.
“e daí? Você ainda me ama gato. Vamos voltar?” – perguntou a
moça com uma voz insuportável.
“eu não te amo. E não vou voltar com você! Vim aqui buscar minha
namorada e não discutir com você! Vá embora!” – berrou o Christian enfurecido.
“você vai se arrepender Christian! E ha ha ha sua namorada
dormiu na casa de outro que gozado.” – falou ironicamente.
“eu confio nela! A Carol é o amor da minha vida e eu nunca amei
ninguém assim. A gente esta passando por uns conflitos, mas vai passar e a
gente vai ser muito feliz. Agora me de licença.” – aquilo foi uma facada no meu
peito o Christian veio andando e chamou e eu saí de trás do carro e o abracei
tão forte que a gente quase caiu no chão.
- você escutou? – perguntou.
- cada palavra. –
respondi segurando na sua mão.
- então você sabe o tanto
que eu te amo. – completou sorrindo – cadê o azedo?
- esta lá na sala, já
deve estar saindo. – respondi e comecei a rir.
- você esta linda. –
falou me rodando.
- obrigado. – falei e olhei-o da cabeça aos pés – você
também.
- oi Christian. – disse
ele com uma torrada na boca.
- oi azedo. – disse
passando o braço pela minha cintura.
- ainda comendo Chris? –
perguntei segurando o riso.
- hum, eu tenho muita
fome. Acho que eu devo ter algum problema de gula.
Eu comecei a rir e o Christian perguntou:
- a gente vai no carro de
quem hoje?
- eu tenho que ir à casa
da minha avó conferir se esta tudo bem então vocês podem ir sozinhos. Tudo bem
pra você Carol? – perguntou piscando o olho.
- claro, sem problemas. –
respondi fazendo um sorriso malicioso para o Christian que ficou vermelho feito
um pimentão.
Eu acenei com a mão para o Chris e saí e o Christian começou:
- como passou a noite?
- mal. Eu tive um
pesadelo, mas a baby lux me ajudou. – falei na certeza de que ele precisava
dela tanto quanto eu.
- baby lux? – perguntou
confuso.
- eu pensei que eu estava
ficando louca, mas ela me disse que era um anjo e protetora e eu quero que você
acredite em sua existência para que ela possa te proteger. – expliquei.
Ele fechou os olhos e a baby lux apareceu em nossa frente com os
braços cruzados e uma cara brava.
- o que eu disse a você
Carol?! – falou furiosa.
- eu sei o que estou
fazendo. Christian essa é Clarinha que eu chamo de baby lux. – apresentei.
- puxa! Como você é
pequena parece um bebe mesmo. – comentou ele e começou a rir.
- ótimo. Já que não
precisam de mim eu vou ir embora. Tchau. – ela saiu e mostrou língua pro
Christian.
- Carol, eu tenho que te
contar um segredo. – falou com uma cara de vergonha.
- eu... Nunca... Eu...
Ah, eu sou virgem. Pronto falei. – ele abaixou a cabeça com as bochechas roxas
de vergonha.
- eu não ligo. Também
sou. – falei na maior tranqüilidade.
- então nos dois
deixaremos de ser essa noite. – sussurrou em meu ouvido.
Eu fiquei com um pouco de vergonha.
A gente chegou à escola e todos ficaram olhando pra gente, as
meninas estavam na sala de musica e eu dei um tchauzinho pela janela. A Sam
estava no final do corredor beijando o Matt (beijando nada! Eles estavam se
agarrando lá!), eu fiquei surpresa e Christian não pareceu perceber.
Ele pareceu estar pensando (como sempre), e eu precisava
conversar com ele quando eu vi a tristeza em seus olhos e meu coração disparou.
- o que foi Christian? –
perguntei preocupada.
- nada meu amor. Só um
pressentimento ruim. – falou jogando a franja no rosto para que eu não pudesse
ver sua tristeza.
“detesto pressentimentos ruins.” Pensei. Eu pensei que já
tivesse me decidido, mas não era tão fácil quanto parecia. Eu o amava quando
estava com ele, mas amava o Chris quando estava com ele. Eu fui em direção a
escadaria e puxei-o pelo braço.
- o que viemos fazer
aqui? A aula começa daqui cinco minutos. – falou sem entender.
Eu não respondi e quando chegamos lá encima eu o beijei
suavemente, mas ele me puxou e me beijou forte. Ele encostou a testa na minha e
sorriu e me abraçou quase me esmagando.
“eu te amo muito.” Sussurrei varias vezes. Quando fui ver eu já
estava desmanchando em lagrimas. E percebendo o Christian enxugou elas com a
ponta dos dedos.
- não chora. – pediu.
Uma aura negra veio no meu coração e eu cai de joelhos. Estava
doendo muito e o Christian se agachou comigo e me abraçou.
- Christian, meu coração
esta doendo. Eu estou com um pressentimento péssimo. – falei chorando.
“vai ficar tudo bem. Agora vamos pra aula.” Sussurrou me
levantando.
Eu andei com ele de volta e dei graças a deus por eu não estar
de maquiagem senão eu estaria parecendo uma assombração agora. Eu encontrei a
Sam cantando no armaria e fui falar com ele dizendo pro Christian me esperar na
sala.
- pelo que vi as coisas
entre você e o Matt estão ótimas.
- estão mesmo. Olha o que
ele me seu. – falou me mostrando um anel de compromisso.
- é amiga você tem sorte.
Eu queria poder me decidir de uma vez por todas e poder ter segurança. – falei indo ate a sala com ela.
Quando chegamos o Christian estava sentado encima de uma mesa
com os meninos batucando na mesa. O Dave me viu e gritou bem alto:
- Oi Carol!
Eu ri e acenei e olhei pros lados procurando algum sinal do
Chris e nada quando olho pra porta ele entra abraçado com a Katharina e eu
fiquei vermelha de raiva, ele pareceu não se importar.
- oi Christopher, oi
katharina. – cumprimentei enfurecida.
- oi Carol. –
responderam.
Eu fui pro fundo da sala para onde o Christian estava sentado e
passei o braço pela sua cintura...
To adorando a historia. Espero poder ler logo o proximo capitulo. Vc ja tem uma leitora q ta amando o seu blog: eu!! Bjs.... Anciosa...pra ler
ResponderExcluirAh minha nota é 10
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